Nos últimos tempos especialmente, as pessoas cada vez mais estão atentas e algumas vezes até atentas demais a forma física, ao externo, e acabam por esquecer o interior, os sentimentos, o bem estar e o principal: a saúde. A questão aqui a ser tratada não é sobre o corpo em si, mas da obsessão e vontades extremas tendo em vista a necessidade de se ter curvas e medidas perfeitas, de estereótipos “preciso ser magra-linda-perfeita igual à moça da capa da revista” porque só assim as pessoas vão gostar de mim. Calma, as coisas não são bem assim.
A Psicologia, bem como tantas outras áreas, observa e alerta para ao males que esse pensamento limitado do nosso corpo pode causar a nossa vida. A obsessão pelo corpo traz inúmeras consequências. Há pessoas que em busca dessa simetria corporal se submetem a cirurgias plásticas de risco, remédios diversos (do natural ao tarja preta), horas e horas na academia transpirando rios de suor, restringem a alimentação ou por vezes desenvolvem os famosos transtornos alimentares como anorexia e bulimia, bem como tantas outras alterações, tais como a mudança de comportamento, de humor, de se vestir, de falar e até quanto aos sentimentos.
Porque será que essa mecanização e estereótipos em busca da perfeição vêm ganhando dimensão tão extraordinária? O que será que influencia essa situação? Até que ponto você se sacrificaria por tão pouco e que te pode custar muito? Onde está a felicidade nessa submissão toda? Sua personalidade, caráter e realizações dependem disso? E a pergunta mais importante: Vale mesmo à pena tanta dedicação, tanto abandono de coisas mais importantes? Bem, não posso e nem conseguiria dar todas essas respostas, mas gostaria que você parasse um pouco pra pensar sobre isso.
Entenda que beleza não é tudo, não é algo significativo ao ponto de você arriscar-se a morrer. Sim, pois é isso que vem acontecendo nos últimos tempos. Centenas de pessoas falecem diariamente em mesas de cirurgias por falta de informação, por abandono de profissionais frustrados e gananciosos, algumas enfrentam viagens a outros países devido aos preços mais baixos. E não é só isso, quantas e quantas meninas se entregaram à conhecida “mia” ou bulimia, provocando vômitos após se alimentar para sentir-se mais magra; além de incontáveis jovens que se olham no espelho, já de aparência magrinha, e veem-se gordos (as), oferecendo, portanto espaço para a anorexia, dando início a uma fortíssima aversão a comida. Mas do que vale tudo isso, eu volto a perguntar.
Seu corpo é seu, e assim você pode e deve cuidar dele de maneiras outras mais eficazes, mais saudáveis, mais felizes. Se quer ter um corpo esbelto, pernas torneadas, se as gordurinhas te incomodam, procure um endocrinologista ou nutricionista, peça orientação por onde começar, realize exames específicos, reorganize seus horários. Logo, nada melhor do que um profissional de Psicologia para te ajudar a pensar positivo, a questionar-lhe se isso é preciso de verdade, te auxiliar nesse momento que consiste na conquista diária de vencer obstáculos, de emagrecer ou engordar pouco a pouco. Ah, sim, tem dieta para engordar. Por fim, não seja bobo (a), haja com a cabeça, analise os prós e os contras antes de enfrentar métodos e situações arriscadas.
Boa Leitura.
A Psicologia, bem como tantas outras áreas, observa e alerta para ao males que esse pensamento limitado do nosso corpo pode causar a nossa vida. A obsessão pelo corpo traz inúmeras consequências. Há pessoas que em busca dessa simetria corporal se submetem a cirurgias plásticas de risco, remédios diversos (do natural ao tarja preta), horas e horas na academia transpirando rios de suor, restringem a alimentação ou por vezes desenvolvem os famosos transtornos alimentares como anorexia e bulimia, bem como tantas outras alterações, tais como a mudança de comportamento, de humor, de se vestir, de falar e até quanto aos sentimentos.
Porque será que essa mecanização e estereótipos em busca da perfeição vêm ganhando dimensão tão extraordinária? O que será que influencia essa situação? Até que ponto você se sacrificaria por tão pouco e que te pode custar muito? Onde está a felicidade nessa submissão toda? Sua personalidade, caráter e realizações dependem disso? E a pergunta mais importante: Vale mesmo à pena tanta dedicação, tanto abandono de coisas mais importantes? Bem, não posso e nem conseguiria dar todas essas respostas, mas gostaria que você parasse um pouco pra pensar sobre isso.
Entenda que beleza não é tudo, não é algo significativo ao ponto de você arriscar-se a morrer. Sim, pois é isso que vem acontecendo nos últimos tempos. Centenas de pessoas falecem diariamente em mesas de cirurgias por falta de informação, por abandono de profissionais frustrados e gananciosos, algumas enfrentam viagens a outros países devido aos preços mais baixos. E não é só isso, quantas e quantas meninas se entregaram à conhecida “mia” ou bulimia, provocando vômitos após se alimentar para sentir-se mais magra; além de incontáveis jovens que se olham no espelho, já de aparência magrinha, e veem-se gordos (as), oferecendo, portanto espaço para a anorexia, dando início a uma fortíssima aversão a comida. Mas do que vale tudo isso, eu volto a perguntar.
Seu corpo é seu, e assim você pode e deve cuidar dele de maneiras outras mais eficazes, mais saudáveis, mais felizes. Se quer ter um corpo esbelto, pernas torneadas, se as gordurinhas te incomodam, procure um endocrinologista ou nutricionista, peça orientação por onde começar, realize exames específicos, reorganize seus horários. Logo, nada melhor do que um profissional de Psicologia para te ajudar a pensar positivo, a questionar-lhe se isso é preciso de verdade, te auxiliar nesse momento que consiste na conquista diária de vencer obstáculos, de emagrecer ou engordar pouco a pouco. Ah, sim, tem dieta para engordar. Por fim, não seja bobo (a), haja com a cabeça, analise os prós e os contras antes de enfrentar métodos e situações arriscadas.
Boa Leitura.

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