sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A política e suas implicações



Sem partidarismos ou preferências políticas por candidatos A ou B venho desta vez externar algumas indagações e problemáticas que tenho guardado há algum tempo na minha cabeça. É chegada a hora de cada um de nós, como cidadãos, irmos as urnas em outubro para eleger um novo gestor municipal e preencher as cadeiras dos edis da Câmara, que em algumas cidades são 11 e em outros 9 lugares. Pois bem.

Nessa época, onde a correria é uma das principais palavras usadas pelos candidatos aos cargos municipais, visto que a luta por um desses, tão almejados, espaços é um tanto concorrida. Tudo bem que não é fácil lhe dar com tudo isso, que há uma pressão, que o tempo é curto, e etc, etc, etc. Mas antes de tudo isso acontecer, você, que se candidatou nessas eleições é gente, tem vida própria (acredito eu), trabalha e/ou estuda, tem família, amigos, despesas particulares/profissionais a cumprir e toda uma gama de outros compromissos, bem como grandes responsabilidades que nesse momento, muitas vezes ficam em segundo plano. Estará certa essa reclassificação das posições de prioridades? Reflita.

A ocasião é de muita cautela, inteligência, consciência e pura cidadania, pois nesse meio há coisas que inspiram, motivam e que, não obstante, ora ou outra trazem consigo inúmeros efeitos, bons e ruins, como tudo na vida. Você que é candidato deve agora não pensar somente nos seus afazeres diários, mas sem esquecê-los claro, analisar e preparar também propostas que devem ser viáveis e reais a população, agir em prol do bem comum, além de ter que se dedicar verdadeiramente ao que se propõe, o que não é nada fácil. E a população, onde entra? Cabe a nós, povo brasileiro exercer o nosso direito de escolher aqueles que anseiam por mudanças palpáveis, sem meras ilusões e que passem confiança e credibilidade aos que estão ao redor.

Desse modo, como diria o ditado “cada um no seu quadrado”, no entanto, juntos por um bem unânime. Política não é pra todos, nem pra qualquer um. Já dizia o escritor Rubem Alves em seu texto “Sobre política e jardinagem”: “O político por vocação é um apaixonado pelo grande jardim para todos. Seu amor é tão grande que ele abre mão do pequeno jardim que ele poderia plantar para si mesmo. De que vale um pequeno jardim se à sua volta está o deserto? É preciso que o deserto inteiro se transforme em jardim”.

Um abraço caloroso e boa leitura!

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