A Psicologia é a ciência que estuda a psique humana, por isso a mesma preocupa-se em buscar justificativas, ou ao menos alguns pontos, para esclarecer inúmeros comportamentos que afetam direta e indiretamente o indivíduo e sua mente.
Analisando prós e contras de centenas ou milhares de assuntos comuns ao dia-a-dia das pessoas, encontro a Ansiedade como um fenômeno globalizante e bem antigo em todos nós. Uma sensação de receio e de apreensão, sem causa evidente, e a que se agregam fenômenos somáticos tais como sudorese, taquicardia, insônia, perda de apetite, boca seca, dentre outros pode então ser descrita como esse sinal de alerta do organismo. Você deve estar pensando que Ansiedade é medo, não é? Negativo, estas duas sensações diferem pelo simples motivo que o medo tem ligação com uma situação ou objeto peculiar que apresenta perigo, real ou imaginário, e nos leva a evitá-lo. Já a Ansiedade não, como verá posteriormente.
Essa sensação de estranheza, vaga, com se algo ou você estivesse fora do lugar, possivelmente terá sua duração variante de alguns segundos a anos e sua intensidade de muito leve ao grave. Mas então, como é conviver com a Ansiedade? Fácil? Normal? É patológico? Superável? Traumático e angustiante? Na verdade, ninguém é ansioso, a pessoa fica ansiosa por alguma situação vivida ou por algum distúrbio psiquiátrico, e sendo assim existem muitos porquês e somente algumas justificativas para esse acontecimento.
Conviver com esse sinal de alerta é considerado normal quando a sensação apresenta-se de forma difusa, desagradável, de apreensão, mas que logo depois do momento de instabilidade a que o indivíduo fora submetido esta cessa e não há crescentes prejuízos. Entretanto, a Ansiedade dita anormal ou patológica é relatada como uma resposta inadequada a determinado estímulo, em virtude de outros fatores que acompanharem o momento, paralisando por fim o indivíduo, trazendo junto a isso prejuízos ao seu bem estar, ao seu desempenho, e não permite que o mesmo prepare-se e enfrente situações ameaçadoras.
Não se preocupe tanto, mas haja com cautela, supere seus medos, busque metas, exercite sua autoestima e acima de tudo: não desista dos seus sonhos e objetivos por causa da Ansiedade. Caso isso te traga algum desconforto maior, e ache necessário, procure auxílio com um profissional da saúde.
Boa leitura.

Ótimo texto! Além de esclarecedor, muito escrito, como sempre eram seus textos na época da Central. Jean encontrou ótima pessoa para revisar seus textos. Parabéns pela iniciativa, você ajudará muitas pessoas com tais esclarecimentos.
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