Todo final de ano a gente pensa num recomeçar
diante dos dias vindouros, é inevitável. Porém, não vale esquecer que tudo que
vivemos, coisas boas e ruins foram úteis: as boas para que melhoremos ainda
mais, e as ruins para aprendermos, a não fazer de novo, claro. Mas tem uma
coisa que nunca muda, a força pra lutar, vencer, conquistar, mudar, e amadurecer.
Vem de dentro, não tem voz e nem imagem, é simplesmente algo que a gente não explica. Todo mundo tem uma força assim, insuperável, quase de super-herói, mas talvez não saiba. Quando mais precisamos ela aparece e dá aquele “gás” na nossa vida, que impulsiona, movimenta, empurra, motiva. A verdade é que cada um se agarra e acredita no que tem vontade.
Há dias que só queremos colo, principalmente o velho e bom aconchego da mamãe, de um companheiro ou de um amigo-camarada. Há dias que o maior desejo é encontrar um lugar pra se guardar, pra sumir, pra se aventurar. Há dias de tempestades, de turbulências e de calmarias em seguida. Há dias de longas reflexões e de “me deixa pensar um pouco, eu preciso disso”. E há aqueles dias únicos, ímpares, que são marcados por acontecimentos inesperados e a nossa força inexplicável, de começar outra vez, surge, nos abraça e diz sem palavras “calma, tudo vai passar, você é forte, acredite!”.
Ao término de um ciclo, que durou 365 dias, queremos renovar, revigorar, refazer, reorganizar, repensar, rememorar, e todos os “re” que puder existir. E porque será? Porque nós temos o poder de nascer todos os dias, de ser igual e ao mesmo tempo diferente, e não é um superpoder, é uma dádiva. Neste final de ano aproveite para começar outra vez, se achar necessário. Permitir-se a transformação é perceber que a força maior existe, e que tudo pode ter um novo início, mas também um fim.
Boa leitura!
Vem de dentro, não tem voz e nem imagem, é simplesmente algo que a gente não explica. Todo mundo tem uma força assim, insuperável, quase de super-herói, mas talvez não saiba. Quando mais precisamos ela aparece e dá aquele “gás” na nossa vida, que impulsiona, movimenta, empurra, motiva. A verdade é que cada um se agarra e acredita no que tem vontade.
Há dias que só queremos colo, principalmente o velho e bom aconchego da mamãe, de um companheiro ou de um amigo-camarada. Há dias que o maior desejo é encontrar um lugar pra se guardar, pra sumir, pra se aventurar. Há dias de tempestades, de turbulências e de calmarias em seguida. Há dias de longas reflexões e de “me deixa pensar um pouco, eu preciso disso”. E há aqueles dias únicos, ímpares, que são marcados por acontecimentos inesperados e a nossa força inexplicável, de começar outra vez, surge, nos abraça e diz sem palavras “calma, tudo vai passar, você é forte, acredite!”.
Ao término de um ciclo, que durou 365 dias, queremos renovar, revigorar, refazer, reorganizar, repensar, rememorar, e todos os “re” que puder existir. E porque será? Porque nós temos o poder de nascer todos os dias, de ser igual e ao mesmo tempo diferente, e não é um superpoder, é uma dádiva. Neste final de ano aproveite para começar outra vez, se achar necessário. Permitir-se a transformação é perceber que a força maior existe, e que tudo pode ter um novo início, mas também um fim.
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